Nos campos onde o orvalho da manhã ainda não secou, os ramos de salgueiro crescem silenciosamente.
Nos campos onde o orvalho da manhã ainda não secou, os ramos de salgueiro crescem silenciosamente.
🌾 Cada ramo de salgueiro é um presente da natureza
Nos campos onde o orvalho da manhã ainda não secou, os ramos de salgueiro crescem silenciosamente. Os agricultores usam as pontas dos dedos para medir a temperatura do sol, esperando que os ramos percam o verde até ficarem flexíveis e resistentes ao mesmo tempo. Colheita, descascamento, secagem... O tempo se instala nos detalhes repetidos, apenas para preservar o sopro mais autêntico dos ramos de salgueiro.
✋ O diálogo entre as pontas dos dedos e os amentilhos esconde a obsessão dos artesãos.
Não se ouve o ruído mecânico, apenas o entrelaçamento tácito das mãos e dos ramos de salgueiro. O artesão mergulha repetidamente os ramos de salgueiro secos ao sol na temperatura do tempo, colhendo e pressionando, recolhendo e soltando, e a trama e a urdidura se entrelaçam não só com habilidade artesanal, mas também com a obsessão pela perfeição.